Viver é aprender a mudar, a morrer, a mover constantemente...
É desenvolver jogo de cintura.
Nesse sentido é que desestruturação, perdas, decepções, surgem, para que a gente aprenda a desapegar, deixando de lado o excesso de identificação com os papéis e palcos que atuamos. “Estamos nas coisas, mas não somos as coisas”.
É esse exercício do aprendizado que leva à fé.
Não à fé cega, mas, à uma fé confiante.
Quando as circunstancias começam a oscilar ou nos são tiradas abruptamente, o que deve permanecer é a confiança, o conhecimento de que estamos aqui nessa vida para aprender a “ficar nus”, do ego, da vaidade, dos medos, inseguranças e do famigerado controle...
Existe uma sabedoria maior que rege todas as coisas, o conhecimento de que todos os eventos da vida surgem do amor inesgotável do universo e nos trazem sempre possibilidades de aprendizado, reconhecimento e reconstrução. Vivemos esses processos somente para aprender a olhar a realidade como ela verdadeiramente é.
É desenvolver jogo de cintura.
Nesse sentido é que desestruturação, perdas, decepções, surgem, para que a gente aprenda a desapegar, deixando de lado o excesso de identificação com os papéis e palcos que atuamos. “Estamos nas coisas, mas não somos as coisas”.
É esse exercício do aprendizado que leva à fé.
Não à fé cega, mas, à uma fé confiante.
Quando as circunstancias começam a oscilar ou nos são tiradas abruptamente, o que deve permanecer é a confiança, o conhecimento de que estamos aqui nessa vida para aprender a “ficar nus”, do ego, da vaidade, dos medos, inseguranças e do famigerado controle...
Existe uma sabedoria maior que rege todas as coisas, o conhecimento de que todos os eventos da vida surgem do amor inesgotável do universo e nos trazem sempre possibilidades de aprendizado, reconhecimento e reconstrução. Vivemos esses processos somente para aprender a olhar a realidade como ela verdadeiramente é.
Nenhum comentário:
Postar um comentário