“…No primeiro momento fiquei inconsolável com a ida do meu amor. Chorei por dias e noites seguidas sua ausência. Seu cheiro ficou na cama, no quarto, na casa. Tempos difíceis aqueles! Continuar vivendo sem ter mais uma parte tão importante do que me dava sentido à vida. A sensação de “fundo do fim”, durante meses tirou o sentido da música tocada ao piano, das flores no jardim, do brilho dos dias ensolarados daquele verão. Pensei que ia morrer… acho mesmo que queria morrer… Nauseava! Comecei a enjoar tudo que comia como se quisesse deixar que se fosse o pouco de vida que restara. Até que percebi com o tempo mudanças no meu corpo que sinalizavam outra vida… Parte do meu amor pulsava agora dentro de mim. Re-nascimento. Novos sentidos, outros planos, voltar à viver… Força para começar de novo!…”
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rente foi o conselho que ela me deu, sem me avisar que iria ficar pra trás.
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